Jacobina nossa gente meu amor!



JACOBINA NOSSA GENTE MEU AMOR!

Explorada por bandeirantes paulistas, portugueses e outros aventureiros que chegaram à estas terras, em busca de minas de ouro.
Seu povoamento iniciou-se, em 1652, com a fixação da Família Guedes de Brito,seus escravos e colonos na região onde estabeleceu currais, iniciando a implantação da pecuária.
Com a descoberta do ouro, ainda no século XVII, a região recebeu aventureiros vindos de todas as partes. O Arraial foi elevado à categoria de Vila, com o nome de Vila de Santo Antônio de Jacobina, em 1720, graças ao ouro da região e à criação de duas casas de fundição.
Em 1880, passou à categoria de Cidade, com o nome Agrícola Cidade de Santo Antônio de Jacobina
Da linguagem indígena "Campo vasto", Jacobina se abre em meio à grandes paredões, serras auríferas e grutas, em meio às águas límpidas dos lagos, rios e variadas cachoeiras.
Rico também é o patrimônio histórico e cultural desta que é a "Cidade do Ouro"; herança dos tempos de exploração das minas, que atraíam os bandeirantes paulistas no início do século XVII.
Reduto de contemplação da natureza, é também rota certa para os fãs de esportes radical. Rapel, treking, e biking são algumas das opções.
Mas, nem só de aventura vive a cidade. A noite de Jacobina tem agito garantido nas boates, bares e restaurantes, onde também se pode degustar a culinária regional.
O Mercado Municipal de Jacobina é o reduto do mais autêntico artesanato do sertão baiano, com trabalhos em couro, sisal, barro e cerâmica.
Na Feira Livre, o destaque fica por conta da variedade de frutas da região e diversos objetos da cultura popular, além de ervas milagrosas, defumados e roupas, dentre outras miudezas.
Situada na região noroeste da Bahia, no extremo norte da Chapada Diamantina, Jacobina fica a 330 km de Salvador. Reza a lenda que a cidade foi palco do amor dos índios Jacob e Bina, daí o seu nome.
As Cachoeiras estão situadas na cidade de Jacobina, rota certa para os fãs do turismo ecológico. Em meio à serras, desfiladeiros e canyons, águas cristalinas brotam das pedras em abundância resultando belíssimas cachoeiras. Pirâmide, Andorinhas, Aníbal, Caldeirão, Amores, Esplendor do Sol, Véu de Noivas, Viúva e Paulista são algumas das mais de 45 quedas d’água reunidas no Parque das Cachoeiras – criado pela Bahiatursa em parceria com a Prefeitura Municipal – e na Estância Ecológica Bandeirantes. O cenário é ideal para trilhas de mountain bike, trekking, rapel e, claro, banhos, banhos e mais banhos.
Na localidade de Itaitú, a aproximadamente 26 km da sede, está a mais alta queda d’água, a Cachoeira Véu de Noiva; com 60 m de pura adrenalina, que desembocam em um poço ótimo para mergulhos. Um pouco mais próxima – cerca de 6 km da cidade –a Cachoeira da Viúva tem uma queda de 20m, encravada em imponentes paredões. Pequena e rodeada de romantismo. A cachoeira dos Amores encanta pela beleza. Conta a lenda que foi neste local que os índios Payayás, Iacob e Bina (nomes que originaram o de Jacobina) fizeram amor pela primeira vez. Imperdível para aqueles que acreditam nas grandes histórias de amor.
Para os mais ávidos por aventura, o percurso até a Cachoeira da Pirâmide é a pedida certa. A trilha, apesar de plana, é em meio à mata densa, de árvores altas que enfeitam a paisagem com suas copas coloridas. É preciso atravessar três riachos para alcançar as águas que descem formando uma pirâmide, daí o nome. O poço é profundo e as águas escoam em um riacho, formando um pequeno canyon que segue por dentro da mata fechada.
Também entre mata fechada, a Cachoeira das Andorinhas brinda o visitante com um baile de andorinhas pairando no ar. É preciso subir a serra para avistar a cachoeira alta até o ponto onde desemboca, mas é tanta vegetação que se torna quase impraticável o acesso até o poço. No caminho, cerca de 1 h e 30m até a Cachoeira Esplendor do Sol. Mangueiras dão um brilho especial às margens do riacho. O percurso, em meio a mais pura natureza, ainda conta com o encontro dos rios Cafundó e Cuia. Mais adiante, a 2 km da cidade, o Riacho do Aníbal desemboca em três queda d’água – a maior com cerca de 50m –, formando a cachoeira que leva seu nome. O riacho fica situado em um boqueirão, onde há uma grande bacia, perfeita para banhos. Não existem equipamentos de serviços nas cercanias, portanto, recomenda-se a presença de um guia para garantir o desfrute tranqüilo do passeio, e sejam todos bem vindo às terras de Jacobina.
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Fonte:Nei Mário Santana. 



Jacobina nossa gente meu amor! Jacobina nossa gente meu amor! Reviewed by Rádio Jacobina FM on 26.1.19 Rating: 5

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